Crimes de peculato; militar da GNR; prisão preventiva; Ministério Público na Comarca de Bragança
Crimes de peculato, crimes de falsificação praticada por funcionário, crimes de falsidade informática, interrogatório judicial de arguido detido; prisão preventiva| Ministério Público na Procuradoria da República de Bragança (Bragança, juízo de competência genérica de Vila Flor)
No âmbito de inquérito dirigido pela Procuradoria da República da Comarca de Bragança (Juízo de Competência Genérica de Vila Flor), o Ministério Público apresentou a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação um arguido detido.
Findo o interrogatório que teve lugar no dia de hoje, o Tribunal considerou fortemente indiciada a prática, pelo arguido (militar da GNR) de dez crimes de peculato, dez crimes de falsificação praticada por funcionário e dez crimes de falsidade informática.
Considerando verificados os perigos de continuação da atividade criminosa, de perturbação grave da ordem e tranquilidade públicas e de perturbação do decurso do inquérito ou da instrução do processo o Tribunal decretou a aplicação, ao arguido, da prisão preventiva.
Informação prestada ao abrigo do disposto no art. 86.º, n.º 13, alínea b), do Código de Processo Penal.